MULHERES E DITADURA: AS CONSTRUÇÕES AUTOBIOGRÁFICAS COMO LUGAR DE RESISTÊNCIAS

  • Tatianne Ellen Cavalcante Silva Universidade Federal de Pernambuco (PPGH - UFPE)
##plugins.pubIds.doi.readerDisplayName## http://dx.doi.org/10.52765/entropia.v5i10.229

Resumo

O presente trabalho se propõe a analisar o livro “Tropical Sol da Liberdade” de Ana Maria Machado e os documentários “Que bom te ver viva” de Lúcia Murat e “Vou contar para meus filhos” de Tuca Siqueira, como espaços de construção de memórias femininas referente à ditadura civil-militar brasileira. Para tanto três pontos serão abordados: a obra literária e a construção autobiográfica; os documentários enquanto espaços autobiográficos; e o testemunho de mulheres como espaço de resistência ao esquecimento e ao apagamento de suas experiências frente ao sistema ditatorial. Neste percurso, intelectuais como Virginia Woolf, Audre Lorde, Bell hooks nos inspiram a pensar a potência das narrativas de mulheres. E Beatriz Sarlo, Luiza Passerini, Ana Maria Colling, Margareth Rago e Susel Oliveira da Rosa ajudam-nos pensar sobre memórias de mulheres e as experiências de mulheres militantes no período de ditadura.

Publicado
Jul 5, 2021
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SILVA, Tatianne Ellen Cavalcante. MULHERES E DITADURA: AS CONSTRUÇÕES AUTOBIOGRÁFICAS COMO LUGAR DE RESISTÊNCIAS. Entropia, [S.l.], v. 5, n. 10, p. 213-236, jul. 2021. ISSN 2526-2793. Disponível em: <http://www.entropia.slg.br/index.php/entropia/article/view/229>. Acesso em: 20 out. 2021. doi: http://dx.doi.org/10.52765/entropia.v5i10.229.